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Bendito perdão

sexta-feira, 26 de julho de 2019 | 258 acessos | Deixe seu comentário!

Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.

Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano.

Salmo 32.1,2

No original, em hebraico, a palavra inicial de cada um dos versículos, bem-aventurado, está no plural. Ou seja, assim poderíamos traduzir: “Ó bem-aventuranças do homem!”. Contudo, todas essas “bem-aventuranças” estão disponíveis a cada um de nós. Ninguém está de fora. Você percebe por quê? Porque não existe nenhum de nós que não tenha pecado. Aqui há um paradoxo divino: é o próprio fato de termos pecado que abre para nós todas essas “bem-aventuranças”.

Há três coisas que Davi diz que Deus fará por nós. Primeiro, Ele perdoará as nossas transgressões e libertar-nos-á de toda a culpa. Segundo, Ele cobrirá os nossos pecados e apagará de Seu registro todos os pecados que já cometemos. Terceiro, Ele não levará em conta o nosso pecado contra nós. Logo, toda dívida decorrente de nossos erros será cancelada. Seremos livres para recomeçar, como se jamais tivéssemos cometido algum pecado.

Em troca, quando Deus diz: Em cujo espírito não há engano, Ele exige sinceridade, honestidade e franqueza. Não ousamos simular um ato religioso, ou encobrir o pecado, ou arrumar desculpas. De modo simples e sincero, reconhecemos que pecamos e que merecemos o juízo do Senhor. No entanto, damos as costas para o pecado, confessamos nossos delitos – e o Altíssimo nos perdoa!

Que cultivemos o hábito de sermos honestos com Deus!

Resposta de fé

Senhor, abro a Ti todo o meu coração e toda a minha vida. Não encubro nada; não fico arrumando desculpas. Simplesmente, confio que perdoas a mim.

 

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