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Como adquirir fé?

quinta-feira, 13 de julho de 2017 | 209 acessos | Deixe seu comentário!

A fé procede de três fontes não apenas similares, mas também inter-relacionadas. São elas:

Inspiração: Trata-se de uma ideia brilhante que surge na sua mente de modo repentino ou oportuno. Ela é proveniente de Deus, assim como o talento das pessoas em certas áreas.

Revelação: Procede do Senhor enquanto estudamos a Bíblia. Deus pode fazer com que um verso das Escrituras salte aos seus olhos, capacitando-o a agir pela fé.

Informação: Às vezes, para chegar até o lugar desejado, tudo de que você precisa é a informação certa. Na verdade, é impossível mensurar quanta confiança a informação adequada pode gerar.

Deixe-me falar sobre Ben Underwood, que adquiriu fé por meio da informação positiva com que a sua mãe o alimentou! Ben foi diagnosticado com câncer de retina e perdeu a visão aos três anos de idade. Ele venceu a deficiência e aproveitou a vida graças à sua mãe, Aquanetta Gordon, uma mulher de fé que acreditava que nada era impossível para o seu filho, apesar da cegueira. Ela sempre dizia a ele: “Seu nome é Benjamin Underwood e você pode fazer qualquer coisa”.

Encorajado pela mãe, Ben ensinou a si mesmo a perceber e localizar objetos quando estalava a língua. Assim, à medida que repercutiam os ecos no ambiente, ele criava imagens visuais na própria mente. O jovem tornou-se um especialista em ecolocalização humana – a habilidade de detectar o tamanho, o formato e a localização de objetos por meio do reflexo de ondas sonoras. Desde então, ficou conhecido como “o menino que podia ver com o som”.

Ele começou a utilizar essa técnica aos três anos. Mais tarde, aprimorou essa habilidade de tal modo que nem a superfície dos objetos importava – metal, madeira ou outra pessoa. Ben era capaz de perceber, mesmo distante, tudo ao seu redor de acordo com a altura dos ecos. O jovem nunca fez uso de um cão-guia ou de uma bengala para deficientes visuais.

Estalando a língua e percebendo as ondas sonoras, Ben podia andar de bicicleta na estrada, arremessar bolas de basquete na cesta, identificar objetos e até jogar video game. Depois que sua habilidade única se tornou notícia, ele apareceu em revistas e programas de televisão.

Infelizmente, o câncer o acometeu novamente em 2007 e, dessa vez, o tratamento não foi capaz de salvar a sua vida – mas não antes de ele mostrar ao mundo que o impossível não é nada. Ben morreu uma semana antes do seu aniversário de 17 anos.

* Trecho do livro Vivendo melhor do que nunca, de Pedro Okoro

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