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Financiando a obra de Jesus

quinta-feira, 20 de julho de 2017 | 302 acessos | Deixe seu comentário!

A ideia de que Jesus tinha uma vida de privações não é bíblica. De acordo com as Escrituras, um grupo de mulheres abastadas financiava a obra de Deus. Isso é mencionado logo após Jesus e os 12 discípulos terem iniciado o ministério itinerante (ver Lucas 8.1,3). Talvez esse financiamento tenha se tornado necessário, pois, por não pregarem em local fixo, foram afastados das atividades comerciais que desempenhavam. Usando seus próprios recursos, essas senhoras contribuíam com o sustento de Jesus e dos Seus discípulos (ver Lucas 8.2,3). Evidentemente, elas possuíam uma riqueza significativa, e esse fato era extraordinário. Tendo em vista o modo como as mulheres eram tratadas no tem-po do Messias, essa combinação era muito incomum. Por que Jesus permitia que elas ajudassem? Porque Ele tinha como pa-drão buscar o apoio de pessoas atuantes no mercado, em vez de depender do sistema religioso da época.

A túnica de Jesus não tinha costuras – isso era semelhante a um terno de grife no século 1. É verdade que Seus pais ofertaram aos pobres quando O apresentaram no templo (ver Lucas 2.22-24) e que a Sua declaração sobre não ter um lugar para recostar a cabeça talvez significasse que Ele não tinha casa própria (ver Lucas 9.58). Porém, Ele sempre teve recursos adequados para o Seu ministério e para o sustento de quem viajava com Ele. O fato de Judas, o tesoureiro do grupo, ter conseguido roubar sem ser detectado sugere que havia fundos suficientes à mão para encobrir os furtos do discípulo (ver João 13.29).

Jesus não era um ermitão, mas, sim, operava à vontade nas atividades desenvolvidas no mercado, conhecido pelo trabalho honesto do qual tirava o próprio sustento. O mesmo se aplicava aos Seus discípulos. Nem Jesus nem os Seus seguidores viviam isolados da sociedade – afirmar o contrário disso vai contra as Escrituras. O Mestre, um carpinteiro com mais de 20 anos de carreira, recrutou pessoas do ambiente comercial para levar o Reino de Deus aos pecadores em toda parte. A vida do Mestre e dos Seus companheiros era intensa e normal, nunca separaram o trabalho das questões espirituais.

* Trecho do livro Ungido para os negócios, de Ed Silvoso

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