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Não deixe ir embora

quinta-feira, 3 de agosto de 2017 | 207 acessos | Deixe seu comentário!

Volta-te, SENHOR, livra a minha alma; salva-me por tua benignidade. (Salmo 6.4)

Ninguém que esteja vivo e pecou foi tão longe que não possa voltar a ter comunhão com o Altíssimo. Mas é preciso que se proponha a achá-Lo. Então, encontrará no Senhor o amor do qual já desfrutou e de que tanto precisa, bem como a restauração da sua fé e dignidade. O ato de confessar a Deus o que fez de errado, pedindo perdão a Ele, é um dos mais dignos que alguém pode fazer em toda a sua vida.

Há casos em que a pessoa tem pecado tanto, que o Senhor já está bem distante dela. Por isso, ela deve empreender uma busca da santa presença na Palavra até que esteja em comunhão com o Salvador novamente. Em um abrir e fechar de olhos, ela achará o que precisa para voltar a ser atendida, bem como visitada na revelação da Escritura. Distante de Deus, o homem está sempre em apuros.

O caso de alguém pecar é mais sério do que se pensa, pois fica nas mãos do espírito que o tentou e, por mais que se esforce, não se livrará dele, a menos que a libertação seja feita pelo próprio Todo-Poderoso. Por isso, não se acostume a pecar, pensando que, ao fazê-lo, basta tão somente confessar e acreditar que foi atendido. O sinal de que você foi perdoado se dá na alegria que encherá a sua alma.

Uma pessoa que está nas mãos do tentador não tem alegria, os dias lhe parecem tristes, e todas as portas estão fechadas para ela. Sem a libertação espiritual, tudo o que ela conseguirá é ser religiosa, mas não liberta. Já os que realmente foram perdoados voltam à comunhão. Enquanto o pecado não for retirado, nada mais dará certo para os transgressores. Somente quem prova do amor celestial é liberto.

Já aquele que foi perdoado dos seus erros se sente verdadeiramente livre. Mesmo que o inimigo insista em lhe oferecer os velhos ou novos pratos de tentações, ele não dará a mínima atenção ao maligno. A pessoa que sentiu de novo a opressão maligna e foi liberta sabe o perigo que correu. Se não tivesse sido libertada do seu erro, ela nunca mais seria dona de si e, ao mesmo tempo, não seria atendida nas suas orações.

Não é preciso fazer sacrifício ou passar horas lamentando o que ocorreu, mas estar consciente de que o seu ato não foi bom e que jamais deve voltar à prática do erro. Não vale ficar debaixo do jugo maligno. Se isso ocorrer, não poderemos contar com a ajuda de Deus, o nosso socorro bem presente na tribulação. O bom é estar sempre em sintonia com o Senhor.

A palavra certa não é somente ser perdoado, mas salvo. Quem caiu em pecado tornou-se servo do demônio que o tentou e, agora, sob o governo do diabo, não tem mais a certeza de que não passará a eternidade no Inferno. Se você caiu, aproveite essa oportunidade para confessar e receber o perdão.

* Trecho do livro Bênçãos do Inverno, do Missionário R. R. Soares

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