Elias_banner

O aparecimento do profeta do turbilhão

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019 | 352 acessos | Deixe seu comentário!

O aparecimento de Elias diante do rei de Israel foi um dos períodos mais significativos da história da nação. Israel estava dividido em dois reinos: o do Norte e o do Sul, os quais, frequentemente, estavam em conflito.

Os reis de Judá não haviam perdido inteiramente sua fé em Jeová, mas os soberanos das dez tribos, desde o início, demonstraram ser homens totalmente sem caráter. Cada novo rei de Israel conseguia superar seus antecessores na maldade e na perversidade.

Poucos anos antes de Elias surgir em cena, houve uma guerra civil no reino do Norte, durante a qual os dois pretendentes ao trono, Omri e Tibni, guerrearam entre si. Omri prevaleceu e reinou por 12 anos, seguindo o exemplo dos reis idólatras que o precederam. Após sua morte, foi sucedido por seu filho Acabe, que fez o que era mal aos olhos do SENHOR mais do que todos os que foram antes dele (1 Rs 16.30).

Acabe, a despeito de sua impiedade, tinha raros momentos de consciência, mas sua maior loucura foi seu casamento com a notória Jezabel. Ela era uma mulher extremamente obstinada, em cujas mãos Acabe era apenas um fantoche. Devido à sinistra influência dessa mulher, a adoração a Jeová em Israel estava sendo suplantada pelo culto a Baal. Ela havia autorizado a execução dos profetas do Senhor; pouquíssimos escaparam de suas mãos, escondendo-se em cavernas.

A ousadia dessa mulher perversa parecia ter aterrorizado a nação inteira. Seu reinado de terror, em nome de Baal, tornou-a o símbolo da falsa religião, por isso ela foi mencionada várias vezes no livro de Apocalipse como símbolo dos mestres apóstatas, que buscavam ganhar o controle da Igreja primitiva.

Na primeira aparição de Elias, essa perversa rainha estava no auge de seu poder e sua influência. A força incomum da personalidade dela foi mostrada quando, apesar de ter feito cair fogo do céu, matando todos os profetas de Baal durante o desafio no monte Carmelo, Elias denotou fraqueza ao fugir dela, para salvar a própria vida. Esse foi o único momento, em todo seu ministério, que Elias demonstrou medo.

Naquela época, ocorreu outro fato lamentável, que também demonstra a total incidência do mal de todos os tempos. Hiel, habitante de Betel, reconstruiu a antiga cidade de Jericó, que havia sido destruída quando Israel chegou a Canaã.

Em seus dias, Hiel, o betelita, edificou a Jericó; morrendo Abirão, seu primogênito, a fundou; e, morrendo Segube, seu último, pôs as suas portas; conforme a palavra do SENHOR, que falara pelo ministério de Josué, filho de Num.

1 Reis 16.34

Séculos antes, na ocasião da queda dos muros de Jericó, Josué havia proferido uma maldição sobre a cidade.

E, naquele tempo, Josué os esconjurou, dizendo: Maldito diante do SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó! Perdendo o seu primogênito, a fundará e sobre o seu filho mais novo lhe porá as portas.

Josué 6.26

Jericó, que havia incorrido no julgamento de Deus, não devia ser reconstruída sob a pena de sofrer por causa da maldição. Contudo, Hiel, que viera da cidade de Betel, onde Jeroboão havia estabelecido a falsa adoração aos bezerros de ouro, não acatou com seriedade a advertência divina e estabeleceu nova fundação, reconstruindo os portões da cidade.

Hiel pagou por esse ato de rebeldia com a morte de seus dois filhos, Abirão e Segub. De fato, era uma época sem lei e de total desrespeito aos mandamentos de Deus.

Talvez o mais terrível de todos os acontecimentos tenha sido o fato de o culto e a adoração ao Deus verdadeiro terem sido proibidos. Os profetas do Senhor, com exceção daqueles que se esconderam nas cavernas (sendo alimentados com pão e água por Obadias), foram mortos pelos soldados de Jezabel. Assim, Elias pensou ser ele o único crente verdadeiro que restara na nação, embora ainda houvesse outros sete mil que não se curvaram diante de Baal. Eles, por causa da feroz perseguição, acharam mais prudente guardar a fé para si mesmos.

Nessa hora sombria e tenebrosa da história de Israel, Elias apareceu diante de Acabe, com sua mensagem clara e direta:

Então, Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o SENHOR, Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.

1 Reis 17.1

Com suas roupas rústicas, Elias parecia um habitante de outro mundo, para Acabe e sua corte. Era um homem vestido de pelos e com os lombos cingidos de um cinto de couro. Então, disse ele: É Elias, o tisbita (2 Rs 1.8). Quando ele se aproximou do rei e entregou a mensagem da parte de Deus, ficou notória a coragem do profeta, mas, naquele momento, isso apenas despertou leve curiosidade no monarca. Se Elias tivesse entregado sua mensagem a Jezabel, sem dúvida, ela teria agido imediatamente para destruir a vida dele. Acabe, vacilante e fraco, meditou nas palavras de Elias, que, enquanto isso, desapareceu.

Meses se passaram, e o céu continuava claro, como era na maior parte do tempo na Palestina. Os mananciais continuavam fluindo, e a modesta colheita estava garantida. Mas, no ano seguinte, ficou evidente que um desastre estava para acontecer. Não houve chuva durante todo o inverno, e os ribeiros secaram. Sem água, a colheita ficou seriamente comprometida, e a relva nos campos secou. No final, ficou evidente para Acabe que havia alguma ligação entre a seca e a advertência daquele estranho profeta que estivera diante dele. O que o rei deveria fazer?

Nunca deve ter ocorrido a Acabe que era tempo de chamar a nação ao arrependimento. Sua perversa conselheira, Jezabel, tinha uma sugestão: encontrar Elias o mais rápido possível e decapitá-lo. Instigado pela insistência da esposa, Acabe agiu. Organizou uma minuciosa caçada ao profeta, não apenas em seu reino, mas também nos reinos vizinhos:

Vive o SENHOR, teu Deus, que não houve nação nem reino aonde o meu senhor não mandasse em busca de ti; e dizendo eles: Aqui não está, então, ajuramentava os reinos e as nações, se eles te não tinham achado.

1 Reis 18.10

Todavia, apesar dos esforços exaustivos, a busca foi infrutífera. Elias havia desaparecido. Era como se a terra o tivesse tragado.

Israel, que sempre se esforçara para manter-se nos princípios divinos, seguia sem direção.

Onde estaria Elias todo aquele tempo? Não muito longe, em um lugar onde Acabe jamais pensaria em procurar.  O Senhor ordenara a Elias que se escondesse perto do ribeiro de Querite, que recebia as águas das montanhas e desaguava no rio Jordão. A região que ele atravessou era extremamente desértica. Homem algum teria esperanças de sobreviver em uma região como aquela; em breve, morreria de fome se fosse tolo suficiente para tentar. Acabe deve ter considerado perda de tempo procurar por Elias em tal lugar.

Acabe desconsiderou uma coisa: o Deus de Israel não era como Baal, que não tinha poder para livrar. O Senhor era o Deus dos milagres.

Na época de Moisés, Jeová providenciou uma mesa no deserto para os filhos de Israel. Agora Ele fazia o mesmo por Elias. Enviou aves para servirem ao profeta. A Palavra de Deus para Elias havia sido:

Vai-te daqui, e vira-te para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão. E há de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.

1 Reis 17.3,4

Durante todo o tempo da perseguição, Elias esteve no quieto retiro à beira do riacho, dedicando seus dias à comunhão com Deus. Talvez o desejo do profeta fosse ficar ali indefinidamente, mas Deus tinha outros planos para ele. Havia trabalho em outro lugar para ele fazer. Assim, dia a dia, o riacho foi diminuindo até secar. Nesse ponto, Deus deu Sua mensagem especial a Elias. Ele devia ir imediatamente até Sidom.

A INESGOTÁVEL PANELA DE FARINHA

Quando o Senhor Jesus ministrava sobre cura divina aos Seus vizinhos de Sua cidade natal, Nazaré, Ele fez a seguinte observação: Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria (Lc 4.24) e usou como ilustração a vida de Elias.

Quando esse profeta precisou de refúgio, durante o tempo em que fugia do rei de Israel, na ocasião de uma grande fome, ele não foi enviado aos ilustres israelitas, mas justamente a uma pobre viúva que, com seu filho, morava em Sarepta, no distrito de Sidom, além das fronteiras de Israel. Dessa forma, Deus mostraria que Ele não considera a aparência humana, mas as motivações do coração.

Elias era um homem guiado pelas aparências e, certamente, estava desencorajado sobre sua ida a Sarepta, pois supunha que o Senhor iria enviá-lo a uma família com recursos. No entanto, subitamente, entendeu que aquela mulher estava em situação desesperadora. Elias, entretanto, não ficava perturbado por circunstâncias externas; seu pensamento era sempre voltado para a Palavra de Deus. Muitas pessoas recebem chamados claros do Senhor para irem ao campo de trabalho; quando chegam a ele, encontram circunstâncias nada encorajadoras. Contudo, apenas uma coisa é importante: teria Deus enviado a pessoa àquele local? Se assim for, Ele cuidará de tudo. Quando todas as coisas são logo providenciadas, parece existir pouca necessidade de Deus demonstrar Seu poder, mas, quando precisamos buscá-Lo, Ele está presente para operar milagres.

A evidência da pobreza daquela mulher ficou constatada quando Elias aproximou-se da cidade e encontrou-a recolhendo lenha do lado de fora dos portões. Sem hesitação ou cerimônia, o profeta pediu-lhe: Traze-me, peço-te, numa vasilha um pouco de água que beba (1 Rs 17.10b). A mulher mal havia começado a atender ao pedido, quando Elias continuou: Traze-me, agora, também um bocado de pão na tua mão (v. 11b). A mulher tristemente explicou que ela tinha apenas um punhado de farinha em uma panela e azeite em uma botija. Ela separava um pouco de lenha para cozinhar e, após preparar a última refeição, ela e o filho comeriam e esperariam a morte.

Elias não se perturbou. Afinal, já havia sido alimentado pelos corvos e não via razão para temer que Deus não supriria a necessidade naquele momento.

E Elias lhe disse: Não temas; vai e faze conforme a tua palavra; porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno e traze-mo para fora; depois, farás para ti e para teu filho. Porque assim diz o SENHOR, Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até ao dia em que o SENHOR dê chuva sobre a terra.

1 Reis 17.13,14

Foi um teste severo. A mulher cria no Deus de Israel, mas dar o pouco de comida que tinha para o estrangeiro, mesmo sendo ele um profeta, era uma difícil atitude a tomar. No entanto, ela obedeceu.

Aqui há uma profunda lição sobre o ato de dar. Todos os preceitos comuns de prudência teriam condenado semelhante ato. Antes de dar a última porção de comida, não deveria ela assegurar-se de que haveria mais? É o que a sabedoria desse mundo recomendaria. No entanto, a mulher decidiu obedecer e, fazendo isso, ela aplicou o mandamento divino: Dai, e ser-vos-á dado (Lc 6.38a). Se a viúva tivesse recusado o apelo de Elias, teria comido sua última refeição e, depois, sem ter mais alimento, morreria de fome.

Depois de ter alimentado Elias, ela voltou à panela e notou que ainda havia farinha no fundo da vasilha. Igualmente, o óleo não faltou. Independentemente das vezes em que ela retornasse à panela, sempre haveria mais farinha e óleo.

Os recursos de Deus não se exaurem. Mas a lei de dar antecede a lei de receber. Dai, e ser-vos-á dado.

A farinha e o óleo se multiplicaram somente quando eram usados. A panela não esvaziou nem a botija de óleo secou, ambos se enchiam sempre que necessário. Para alcançar um milagre, devemos precisar dele. Deus não tem um armazém cheio de bênçãos disponíveis para nossas necessidades. O Senhor deseja que recorramos a Ele e sejamos sempre dependentes dEle, não da força humana.

Na batalha da fé, jamais devemos acomodar-nos às glórias alcançadas. Vitória hoje não significa que Satanás não nos atacará amanhã.

O adversário procura continuamente perturbar o povo de Deus. Quando encontra um ponto fraco, ataca, tal como fez com o filho da viúva, que adoeceu. A enfermidade piorou até que o rapaz exalasse o último suspiro. Aparentemente, a vida havia cessado. Foi muito estranho a morte ter entrado justamente na casa onde Elias estava.

Às vezes, as pessoas se perguntam por que ministros que acreditam em cura divina são provados nos próprios corpos ou por intermédio de seus familiares, mas é preciso saber que o diabo atacará onde tiver oportunidade. Este é o trabalho dele. Cabe a nós enfrentarmos esses ataques com coragem e não cedermos um só milímetro em nossa fé.

Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa.

Tiago 1.6,7

A batalha pode ser feroz, a pressão, terrível, mas aqueles que são como Elias nunca aceitarão derrota nem fracasso.

Pelo visto, o profeta não fora chamado até que o rapaz estivesse muito mal, e, quando Elias apareceu, a morte já havia chegado. A respiração do jovem havia parado, não parecia haver razão para esperanças. De fato, foi um episódio de causar consternação. O único filho daquela mulher era apenas uma criança e, para ela, era muito difícil aceitar aquela situação.

Para ela, havia uma relação entre a presença de Elias e a morte do filho. Talvez aquela tristeza tenha vindo sobre ela por causa de algum pecado passado. Ela percebeu como sua vida contrastava com a vida consagrada do profeta. Ao entender que era uma pecadora, ela estabeleceu uma ligação entre pecado e doença. Assim, preocupada, ela perguntou ao homem de Deus se ele fora até lá para lembrá-la de seus pecados (1 Rs 17.18).

Muitas pessoas, ao receberem uma bênção especial de Deus, ficam surpresas e alarmadas quando estranhas e ardentes provas aparecem em seu caminho. Elas, raramente, sabem o que fazer a respeito. Perguntam-se: “Por que Deus deixou isso acontecer?” Ou: “O que eu fiz para isso acontecer?”. Mas esse não é o momento para recriminar-se ou duvidar da providência divina. Quando as provas e os problemas vêm, a melhor coisa a fazer é apelar para o trono da graça. Deus tem a solução. Ele tem o poder para resolver todos os problemas.

Elias tinha um recurso que nunca falhara. Primeiro, o profeta pegou o menino e saiu de perto da mulher, que estava muito pesarosa. Ele carregou-o para o local onde havia dedicado muitas de suas horas a Deus. Para resolver um caso como esse, ele precisaria abster-se de toda fraqueza, todo desespero e toda dúvida. O segredo do poder de Elias era viver em uma esfera acima das fatalidades. Por isso, ele não aceitou qualquer atitude de fracasso ou derrota. Em seu quarto, colocou a criança na cama e clamou ao Senhor quase com indignação.

Por que o Senhor havia permitido a morte do filho daquela mulher enquanto ele estava lá? Por que o Senhor deixou que tal problema acometesse a mulher que o havia hospedado? Elias era um homem de fé, mas havia mistérios que ele não compreendia. Eventualmente, homens de fé podem cometer enganos em sua concepção teológica. As pessoas estão acostumadas a pensar que alguém cujo ministério é marcado por milagres tem de ser perfeito em toda a sua doutrina. Não necessariamente. Elias estava convicto de que, em Israel, não havia restado outro além dele que não dobrasse os joelhos diante de Baal. Mas Deus revelou que o profeta estava errado, pois Ele havia reservado sete mil homens que também não se curvaram a Baal. Elias pensou ser o único homem no mundo que realmente cria em Deus. Mas Deus mostrou-lhe que existia outro, Eliseu, cujo ministério, de algum modo, poderia exceder o dele; um homem que realizaria duas vezes mais milagres do que Elias.

Ele pensou que Deus havia matado o filho da viúva. Elias deve ter pensado como Jó, que, ao perder os filhos em um ciclone, disse: O SENHOR o deu e o SENHOR o tomou (Jó 1.21b). Jó estava certo de que o Senhor os dera, contudo foi Satanás quem os tomou. Jó pensou que Deus o havia ferido com furúnculos, mas somos informados pelas Escrituras de que foi o adversário quem o feriu com aquelas chagas: Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de uma chaga maligna, desde a planta do pé até ao alto da cabeça (Jó 2.7).

Elias pensou que o Senhor havia causado a morte do menino. No entanto, sabemos que Satanás aflige as pessoas com doenças: Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele (At 10.38); E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo (Hebreus 2.14).

Porém, qualquer que seja a causa, ao menos Elias sabia quem tinha o poder de curar. Então, ele clamou ao Senhor e disse: Ó SENHOR, meu Deus, rogo-te que torne a alma deste menino a entrar nele (1 Rs 17.21). O milagre aconteceu. O menino tornou à vida. Elias o entregou à angustiada mãe. Nunca antes na história uma pessoa havia voltado à vida.

Podemos entender a angústia da mulher por não ter razões para acreditar que o filho voltaria à vida. A morte tem atacado milhares de pessoas e nunca perdeu uma presa. Ela fracassaria daquela vez? Sim, fracassou. Pela primeira vez, a morte foi forçada a devolver sua presa, porque Elias foi um homem que se recusou a aceitar derrota. Ele viveu no mundo do sobrenatural.

Notemos o resultado desse milagre. A doença e a morte do menino não trouxeram bênção espiritual para a mulher, somente desespero e dúvidas a respeito da providência divina. Mas, quando o filho reviveu e mostrou-se bem, a alegria dela não teve limites. Naquele momento, ela soube que Elias era um homem de Deus, e a palavra do SENHOR […] é verdade (1 Rs 17.24).

Para você conhecer toda a fascinante história desse grande homem de Deus, o qual não passou pela morte, adquira o livro Elias, o profeta do turbilhãoSérie Heróis do Antigo Testamento – Retratos dos personagens notáveis.

Volume 27

GORDON LINDSAY

 

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (0) (média: 0,00 de 5)
Loading...Loading...

Deixe seu Comentário

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *